quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Diário de mãe: o sétimo mês - parte 2

Mais ou menos na terceira semana do mês, meu bebê aprendeu a falar a-bá. Agora ele passa o dia falando a-bá-bá-bá. Outras vezes é ahhhhh-bá. E tem o ainda é-bá. O ma-ma ele só faz quando está chorando de brabeza.

Ele agora come os 250ml de papinha bem feliz, assistindo seu Bob Esponja. Quase não faz sujeira, a não ser quando quer colocar a mão na boca enquanto come sopa. Aí, se eu me distraio, ele coloca a mão na roupa ou no bebê-conforto e faz aquela sujeirada.

Tenho tido dificuldades é com a fruta da tarde agora. Ele parece não gostar muito. A única fruta que come inteira é pêra. Só come meia maçã e tem rejeitado banana e mamão.

Ele também já fica bem sentadinho, brincando e consegue passar da posição sentado para bruços. Também já consegue virar de bruços e desvirar. Creio que mais um pouco e está engatinhando. Ele agora tem sempre que estar pegando alguma coisa. Pra ele tudo é brinquedo. O mais engraçado disso é que se liga em coisas mínimas. No berço, ele tenta pegar justamente a babá eletrônica que fica escondidinha, ou então a fita que amarra o protetor de berço.

Hoje retornei ao trabalho. No primeiro dia, ele se comportou super bem, parece não ter sentido minha falta. Vamos ver os próximos dias.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Diário de mãe: o sétimo mês - parte 1

Semana 1:
Enfim, meu bebê completou 6 meses. A gente acha que agora tudo entrou na rotina. Ele não sente mais cólica, não mama mais de 3 em 3 horas, já está comendo sopinha.... mas nem tudo é maravilha. Agora ele não pára mais quieto. Já consegue se virar de bruços, o que torna a tarefa de trocar a fralda ainda mais complicada, pois ele fica se virando pra tentar pegar tudo o que está ao alcance. E claro que a predileção é por aquilo que não é brinquedo, como o tubo da pomada contra assaduras.

Até agora não consegui fazer ele comer mamão. Banana, ele só come se estiver morrendo de fome. Mas picolé de limão... estava um sábado quente e fomos passear em Ipanema (digamos que é quase uma praia pra quem não é de Porto Alegre). Então, compramos picolé de limão. Resolvi deixar ele dar uma chupadinha, achando que não gostaria, já que é gelado e ele não está acostumado com nada gelado. Mas o guri grudou no picolé. Não queria devolver e chorava se a gente tirava. Definitivamente, ele está aprendendo o que é bom.

Semana 2:
O guri está ficando manhoso, pode? Agora, se ele quer pegar algum objeto e eu não deixo ou tiro esse objeto dele, ele chora. Mas chora horrores, alto, de dar vergonha. Nesse caso, ou deixo chorar ou dou outro objeto pra distrair. Sempre odiei criança manhosa e não vou deixar meu guri se tornar um desses, não.

Fazer ele comer a sopa também não tem sido fácil. Não que ele não queira. Ele está comendo super bem, mas não quer parar quieto enquanto come. Chora quando não deixo enfiar dos dedos no prato. Chora porque eu não sou rápida o bastante pra dar a sopa. Chora porque a sopa esfriou. Chora porque não quer ficar amarrado no bebê-conforto enquanto come a sopa. E faz brrrrrrrrr. Com a boca cheia de sopa, claro. Aí a sopa salta nos olhos e ele chora. Eu largo tudo, busco um guardanapo, limpo, dou a chupeta pra ele se acalmar um pouco e depois recomeço. Amamentar é mais rápido, pode crer.

Para dar a sopa, então, vou munida de: babeiro, guardanapo, dois brinquedos para distrai-lo, o prato de sopa, a colher da sopa, um banquinho pra colocar a sopa longe dele, pano para limpar o chão e a TV ligada no Bob Esponja. Ele adora Bob Esponja, diga-se de passagem. Estou considerando ainda a possibilidade de levar uma toalha pra tapá-lo inteiro e não sujar a roupa. E tem mais um detalhe: ele come a sopa no bebê-conforto que é pra poder ficar se balançando enquanto não vem a próxima colherada.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O novo labirinto de Nova Petrópolis

Li em algum lugar que a praça e o labirinto de Nova Petrópolis passaram por reforma. Então, quando estive lá há pouco tempo, esperava encontrar um labirinto novinho em folha e bem fechado. Ao lado, a foto do novo labirinto. Ainda vai levar algum tempo até o coitado retornar à antiga forma. De qualquer modo, a praça está bem bonita e florida pra não sairmos decepcionados de lá.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cocô de nenê

Já que entramos no assunto cocô de nenê (quem me viu e quem me vê...), aproveito pra responder para a Natália, do blog Mundinho Particular, que perguntou se mudou desde que o meu nenê começou com a alimentação mais sólida. Mudou, sim... está bem mais parecido com o de adulto. Claro que ainda é bem mais pastoso, mas a cor e o cheiro (infelizmente) estão ficando parecidos.

Aliás, tenho uma tese sobre o assunto: acho que o cocô é amarelinho, sem cheiro, quando a gente dá o peito pra não recebermos o filho já com nojo. Aí, quando ele muda, estamos tão acostumados a banhos de xixi, cocô e vômito, que nem ligamos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Diário de mãe: o sexto mês - parte 2

Semana 3:
Meu gurizinho a cada dia descobre uma nova artimanha: agora ele aprendeu a tirar a meia do pé, atirar longe e chupar o dedão. Ele também quer pegar tudo o que encontra pela frente, principalmente aquilo que não é brinquedo. Tem loucura pelo controle remoto da TV e por papel. Sabe pacote de bisnaguinha Seven Boys? Aquilo é vermelho e faz barulho, então ele fica enloquecido pra pegar. E já chora quando a gente tira do alcance aquilo que ele quer pegar.

Trocar a fralda também está ficando difícil, pois ele se vira, tentando pegar e colocar na boca tudo o que está pela frente, desde a fralda suja, até a pomada das assaduras. Como diz minha mãe, ele é um curiosão. Quero só ver o que me espera quando começar a caminhar.


Semana 4:
Nessa semana iniciei a sopinha: coloco 1 colher de arroz, 1 batata pequena, meia cenoura, um pedacinho de moranga e uma pitada de sal. Poderia colocar também um pedaço de peito de frango, mas não tinha em casa no primeiro dia, então, fiz sem. Aliás, ainda bem, pois nos três primeiros dias ele comia só umas quatro colheradas e depois não queria mais. No quarto dia, segui o conselho da minha mãe e resolvi passar a sopa em uma peneira ao invés de só amassar com o garfo. Aí ele comeu bastante. Hoje (sexto dia de sopa) ele não só comeu tudo o que coloquei no prato, como ficou pedindo mais. Na pressa de dar mais, nem passei direito na peneira e ele comeu até grão de arroz sem reclamar. Acho que agora já posso tentar o frango desfiado.


Eu costumo fazer a sopa e guardar na geladeira por 2 dias, esquentando no microondas apenas o que vou dar para ele. Coloco de 15 a 30 segundos no microondas, depois amasso e misturo pra ficar um aquecimento uniforme.

Há algum tempo recebi um e-mail que dizia que o treinamento para dar papinha para o bebê era colocar um melão pendurado, balançando, fazer um buraco no melão e tentar enfiar uma colher por aquele buraco. Brincadeira à parte, é a pura verdade: ou ele acha que eu não sou rápida o bastante e fica tentando tirar a colher da minha mão, ou ele empurra a minha mão com o braço. Resultado: sujeira por todos os lados e moranga até dentro do nariz do guri após a papinha.

A consequência da alimentação pastosa é um assunto que não é dos mais agradáveis: já disse aqui que constipação não é um dos problemas do meu guri. Ele sempre fez o número 2 várias vezes ao dia. Pois agora, com a alimentação, agravou. Ele faz menos vezes, mas aumentou muito a quantidade. Cada vez que ele evacua, faz uma sujeirada braba de limpar. Raro é o dia em que não preciso trocar ele inteiro depois disso. Dias atrás, até precisei improvisar um banho de bacia, pois subiu até pro cabelo. Tomara que um dia ele leia isso pra saber o que eu passei e não seja mal-agradecido.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Diário de mãe: o sexto mês - parte 1

Semana 1:
Ele descobriu que quando o colocamos em pezinho pode ficar pulando sem parar. E adorou isso. Só quer fazer o dia inteiro. Haja braço da mãe. A propósito: meu marido nunca esteve tão musculoso na vida.

Finalmente, aos 5 meses ele entrou numa rotina de sono contínuo. Dorme às 21h, acorda entre meia-noite e 1h da manhã para mamar e depois vai até umas 8h da manhã dormindo. Claro que chorominga de vez em quando, mas parece conseguir se acalmar sozinho.

Nessa semana, introduzimos frutas na alimentação dele. Até então ele só mamava no peito, mas como ganhou pouco peso neste mês e no próximo já volto a trabalhar, a pediatra achou melhor dar uma frutinha por dia. Começamos com banana. No primeiro dia, ele só fez cara feia e cuspiu tudo. Começou a comer alguma coisa mesmo no terceiro dia. No quarto, já conseguiu comer quase uma banana inteira (quer dizer, sem as sementes que tenho que tirar, dá meia banana). O segredo: insistência e não usar colher de metal. Tenho usado uma de silicone nos últimos dias. Pode parecer frescura, mas o fato é que ele faz cara feia pra colher de metal. Pra de silicone, não.

Semana 2:
Ainda com relação às frutinhas, a pediatra liberou maçã argentina, banana prata, mamão papaia e pêra. Mas recomendou que repetisse a mesma fruta durante uns 3 dias para ter certeza de que ele não é alérgico a nenhuma. Li em alguns artigos na internet também que o bebê pode levar até 10 tentativas para aceitar um alimento novo, então, é complicado para o paladar que está se acostumando se a cada dia a gente vem com alguma coisa diferente. A fruta que ele aceitou melhor até agora foi pêra raspada.

Há algum tempo eu tenho o hábito de dançar e cantar na frente dele pra ele parar de chorar. Ele adora, dá gargalhadas. Pois agora, quando enxerga alguém dançando, até na TV, o guri ri sozinho. Aliás, ele ri tanto que está quase ganhando o apelido de bobo alegre.

As noites estão bem mais tranquilas agora, mas ontem aprontou uma: acordou à 1h da manhã, mamou e nada de dormir depois. O pai embalou, ele dormiu, mas foi só largar no berço que o guri despertou. Deitei-o na minha cama pra segurá-lo, porque se não faço isso ele fica sacudindo aqueles braços sem parar, ficando cada vez mais agitado. Dormiu. Acordou de novo quando o pai tentou colocá-lo no berço. Resumo: voltou pro berço dele só às 4h30min da manhã. Segundo o pai, isso lhe custará 5 mesadas em breve.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Bebê cibernético

Palavras digitadas pelo meu guri medonho de 5 meses para o pai dele no Gtalk:


ljh\
\\\\\\==[[p
;-]
yuu
\\\\\\\\\ v\
u'Gsdev]p[pytb vu]

Juro que ele fez a "carinha" sozinho. Não ajudei em nada.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Diário de mãe: o quinto mês - parte 2

Semana 3:
Muitos acontecimentos nessa semana. Finalmente levei ele para tomar a segunda dose da vacina contra o rotavírus. Demorei para criar coragem porque na primeira dose ele ficou chorando por 24 horas. Mas foi tudo bem na segunda dose, ele parece não ter tido reação, a exceção do fato de praticamente não ter dormido durante o dia. À noite, porém, dormiu como tem dormido: deitado na minha cama, ao meu lado, sem embalar e em menos de 15 minutos.

Acredite se quiser, a única reação aparente à vacina foi que ele perdeu o gosto recém adquirido pela chupeta. Não quis saber dela por três dias, só no quarto voltou lentamente a gostar. Mas uma coisa é certa: ele gosta da chupeta apenas quando tem sono e fome. O que até acho bom.

Nessa semana, ele também fez a primeira viagem para a serra. Fomos até Nova Petrópolis. Viagem tranquilíssima: dormiu tanto na ida, quanto na volta e foi sozinho no bebê-conforto, no banco de trás. Quanto ao passeio, ele estava no céu. Muitas coisas novas pra olhar, várias pessoas lhe dando atenção e conversando com ele... esqueceu até de mamar. Preferia ficar olhando o ambiente.

Mas o pior da semana foi o susto. Deixei-o sem cinto no bebê-conforto por 2 minutos e este estava sobre a cama. Pois nesse tempo ele conseguiu se jogar pra fora do bebê-conforto e cair de barriga pra baixo no chão. Por sorte foi apenas o susto mesmo, ele não bateu com a cabeça, nem nada e parou de chorar logo que eu o peguei. Todavia, aprendi que não dá pra deixar mais ele sozinho e solto em lugar algum, pois já se mexe o suficiente pra se jogar.

Semana 4:
Ele está quase sentando sozinho. Consegue erguer o corpo até a metade do caminho. E aprendeu que pode se apoiar nos cotovelos pra fazer isso. Também adora ficar em pezinho agora. Claro que só consegue fazer isso com a nossa ajuda, mas adora fingir que está caminhando.

Meu guri se tornou um bebê bem risonho. Não é daqueles que estranha as pessoas, ri sem distinção pra todo mundo quando está feliz. E fica feliz quase todo o tempo, principalmente quando está na rua.

Porém, quase aos 5 meses continua aprontando. Uso fraldas descartáveis de boas marcas, mas volta e meia acontece um acidente. O cocô sobe para as costas e suja a roupa inteira. O mais engraçado disso tudo é que ele parece escolher justamente horários em que estamos atrasados para alguma coisa para fazer isso ou os eventos festivos. Então a gente nunca pode sair de casa sem uma muda de roupa completa pra ele.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Diário de mãe: o quinto mês - parte 1

Semana 1:
Quando o bebê completa 4 meses, é necessário repetir todas as vacinas que foram dadas com 2 meses. Como fiquei com trauma daquela do rotavírus, decidi iniciar pela tetravalente (no meu caso penta) e a pneumo-13.

Não sei se foi devido às vacinas, mas passou a semana dormindo muito mal. Acorda no meio da noite e não adianta embalar, demora um tempão pra voltar a dormir e berra. Aliás, que goela ele tem! Talvez para mães com relógio biológico mais noturno seja um pouco mais fácil, mas para mim essa história das noites é o que há de pior em ser mãe. Eu adoro dormir cedo e acordar cedo, nem nos meus tempos de juventude eu gostava de passar a madrugada acordada. Portanto, o gurizinho me deixa de muito mau humor quando dorme mal... a ponto de pensar que ele vai ser filho único mesmo.

Sempre me diziam que depois dos 3 meses os bebês dormem a noite toda. Pura conversa pra gente não se desencorajar.

Os dias chuvosos também são terríveis. Como ele não sai para passear nesses dias fica completamente entediado dentro do apartamento. E ranzinza, claro.

Semana 2:
A grande novidade da semana foi que ele finalmente começou a gostar de chupeta. O segredo? Honestamente não sei. Volta e meia quando ele estava agitado eu tentava a chupeta e ele virava o rosto ou só ficava com a gente segurando. Mas, sem mais nem menos, começou a chupar sozinho. Percebi apenas que ele tentava sugar tudo o que encontrava pela frente e aí tentei a chupeta de novo. Deu certo.

E que benção pra nós, pais, a chupeta! Ele fica quietinho chupando e assistindo TV por um bom tempo, não fica nervoso quando está com sono e dorme mais fácil.

Dormir à noite, aliás, está bem fácil agora. Deito com ele na minha cama, ele no travesseiro dele, enrolado nas cobertas, com a sua chupeta. Quando está quase dormindo eu tiro a chupeta, ele se vira para o meu lado e dorme. Em alguns dias leva menos do que 15 minutos.

O problema é que tem acordado diariamente às 4h da manhã e custa a dormir novamente. Para este problema ainda não encontramos solução.

Ele coloca a boca em tudo o que aparece pela frente agora. E tenta agarrar tudo o que aparece pela frente, o que torna o banho dele bem engraçado. Primeiro, porque ele tenta beber a água do banho e faz cara feia. Segundo, porque ele tenta, em vão, agarrar a água.

Pra terminar: ouvi comentários de que eu assusto quem quer ser mãe com o que escrevo. Quanto a isso não se preocupem... como comentou meu amigo Gabriel dias atrás aqui, gargalhada de bebê é a coisa mais gostosa do mundo!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Diário de mãe: o quarto mês

Semana 1:
Fisiologicamente, um bebê de 6 quilos é capaz de ficar entre 6 e 8 horas sem mamar, o que daria a mãe quase uma noite inteira de sono. Na prática não é bem assim. Minha mãe sempre disse que depois dos 3 meses o bebê dorme quase a noite inteira, então, eu, na minha santa ingenuidade, achei que o meu dormiria tranquilo a noite toda. Bom, talvez eu dormisse a noite inteira com 3 meses, mas o mesmo não ocorre com o guri. Quer dizer, às 9h da noite, ele capota até mais ou menos 1h da manhã, mas depois fica se remexendo a noite inteira. E há dias que só volta a acalmar se mamar. Duvido que seja fome. É mania de mamar mesmo.

A boa notícia é que agora ele fica entre 4h e 4h30min durante o dia sem mamar. Isso significa que já consigo fazer outras coisas entre as mamadas, como atender ao telefone e tomar conta dos processos dos meus clientes.

Tentei todas as técnicas sugeridas na internet pra ele dormir sozinho: deixar chorar um tempo, colocar no berço e esperar dormir do lado, banho e berço, enfim, tudo o que se possa imaginar. Não adianta: de noite ele só dorme no colo e sendo embalado. Sinto-me uma total incompetente como mãe nesse ponto. Às 4h da manhã, realmente me falta paciência pra esperar ele dormir sozinho (o que pode levar horas).

Estou de olho naquelas cadeirinhas de balanço pra bebê. É meu atual sonho de consumo.

Semana 2:
Santa vacina contra a meningite! No dia em que tomou a vacina, ficou 9h sem mamar e dormiu ininterruptamente das 9h da noite às 5h da manhã. Recorde.

Com três meses completos, os bebês já interagem bastante e começam a tentar pegar tudo o que veem pela frente. Pois bem, o meu agora deu para pegar no meu rosto quando está em pezinho para arrotar. Ele fica tentando pegar o meu nariz, a minha boca, os meus dentes, o meu queixo... o problema é que ele tem uma força danada, chega a doer.

A coisa que ele mais gosta sempre foi ficar pelado, mas agora ele age para que eu não recoloque a fralda na hora da troca. Fica chutando e se empurrando pra trás. E faz isso rindo sem parar, o danado!

Semana 3:
Ele agora dorme quase 2 horas no horário do meio-dia. É a maior dormidinha dele durante o dia, porque no turno da tarde fica bem desperto. Uma enorme evolução pra quem, no máximo, dormia uns 20 minutos por soneca. Isso dá tempo a mãe aqui de almoçar mais descansada e até de trabalhar um pouco em casa.

Outra coisa muito engraçada que ele já faz é tentar se arrastar. A gente coloca ele de bruços, com os braços apoiados nos cotovelos e ele mexe as pernas tentando se arrastar. Claro que ainda não consegue sair do lugar, mas é uma graça ver ele tentar.

Agora também já distribui sorrisos para todo mundo quando está de bom humor. É um menino muito simpático quando quer. Porque também quando fica bravo, sai de perto! Ouviu uma sirene de ambulância passando ao lado dele na rua e se assustou. Abriu um berreiro, só.

Dia histórico:
No dia 22/06, com exatamente 3 meses e meio, ele dormiu sozinho, deitado na cama, sem ser balançado à noite. E repetiu o feito nas duas noites seguintes. Precisou apenas ficar no escuro, mas em uma posição que enxergue a luz do corredor e a gente por perto. Faz isso sem a chupeta, que ele está odiando agora. E eu, que não acreditava que fosse possível fazer ele dormir sozinho, tive que morder a língua. Se o meu guri danado conseguiu, qualquer um consegue. Mas em um aspecto todos os conselhos que li tem razão: não dá pra tentar forçar isso antes do bebê completar 3 meses. Alguns até podem conseguir, mas a partir dos 3 meses condicioná-los a determinados horários e atividades de rotina é muito mais fácil e muito menos frustrante.

Semana 4:
Ele está ficando cada vez mais engraçado. Já tenta erguer o corpo quando não quer ficar deitado em algum lugar ou quando não quer ficar no colo. Quando a gente tenta fazer pra ele ruídos como "brrrrrrrrrrrrrrrrrr", ele dá gargalhadas sonoras e tenta imitar. Aliás, pegou a mania de fazer "brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr" e se baba todo fazendo isso. Tenho a impressão que isso é até substituição pra chupeta, que ele não gosta. Começou, pois, a fase dos babeiros.

Mas a melhor descoberta da semana veio com o frio de gelar. Nós o colocamos para dormir em um cobertor com fecho que deixa a cabeça e as orelhas tapadas. Ele parou de se remexer a toda hora durante a madrugada. Agora dorme bem mais calmo. Ainda resmunga, mas ao invés de eu ter que levantar e fazer dormir de novo, na maioria das vezes, dar uma balançada no berço (o que eu faço só esticando o meu braço, sem levantar) resolve.

Pra eu voltar a ser feliz só falta mesmo ele dormir às 9h da noite e só acordar pra mamar lá pelas 8h da manhã seguinte.